Mais do que moda!

Da raiz, Gustavo Silvestre celebra identidade

Por Arlindo Grund e Lari Mariano.
Fotos Clara Checcucci.

O crochê brasileiro, ao rigor do detalhe que faz Gustavo Silvestre, é uma fusão de estados e pertencimentos. É dos volumes exacerbados, coloridos e efusivamente alegres que vêm também aqueles onde a pele reluz quase como se o brilho de unir e compor fosse uma extensão do corpo.

Funde, de fato. Quando os brancos –  junção de todas as cores – trazem o trabalho meticuloso, o caminho, o espaço da originalidade que o estilista propõe nessa coleção, que ele batiza de Original.

As peças em jeans ganharam um destaque ainda maior aqui! Construção e reconstrução por meio de técnicas de upcycling e uma modelagem que trouxe encantamento e curiosidade. Calças, saias, jaquetas, roupas que vestem e que já viraram desejo de quem viu de perto. Todo esse jeans veio do Movimento ReCiclo, onde clientes da C&A deixam peças que estão paradas no guarda-roupa e que, nas mãos do Gustavo, viram novas criações.

Um respeito ao próprio tom, ao jeito de fazer e tecer as próprias etapas, fio a fio, do que lhe é próprio e propriedade. Da muita cor ao monocromático, da pele que se mostra ao volume que dita o corpo, tudo cabe. Um mundo original. Dá origem ao que continua a ser feito, daqui para adiante.

Da raiz, Gustavo Silvestre celebra identidade
Da raiz, Gustavo Silvestre celebra identidade
Da raiz, Gustavo Silvestre celebra identidade
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