20/set
“Aureliano sorriu, levantou-a pela cintura com as duas mãos, como um vaso de begônias, e jogou-a de frente na cama. Com um puxão brutal, despojou-a do roupão de banho antes que ela tivesse tempo de impedi-lo e se aproximou do abismo de uma nudez recém-lavada que não tinha um matiz de pele, uma região de pelos, um sinal escondido que ele não tivesse...